Sabe aquela sensação de aperto no peito, falta de ar? Parece que o mundo está desabando, mas você olha ao seu redor e na verdade a sensação é a de que o SEU mundo já não se encaixa como antes. Uns chamam de ansiedade, outros de angústia ou até nervosismo. Há também quem não consiga nomear esses sentimentos, só sabe que não lhe faz bem e por isso busca meios de deixar de senti-los.
Nessa busca há estratégias bem frequentes: tem gente que medita, outros fazem atividade física, esportes radicais, tem gente que cozinha, gente que come, gente que bebe, gente que costura, gente que desenha, gente que canta, gente que grita, gente que joga, gente que fuma, gente que arranca os cabelos, gente que briga, gente que deixa de falar, gente que lê, gente que trabalha, gente que trabalha demais, gente que não sai de casa, gente que mente, gente que se droga, gente que se corta, gente que desconfia, gente que cria rituais...
Enfim, existem muitos modos de aliviar a ansiedade. E não dá pra dizer que eles não trazem alívio imediato. Não se trata de questionar isso, mas sim de olhar para os prejuízos que esses modos de se acalmar podem trazer a médio e longo prazo. Olhando por esse aspecto podemos dizer que algumas dessas estratégias podem ser muito destrutivas mesmo que "funcionando" imediatamente.
E você, o que te acalma?
É muito importante fazer essa reflexão. Se as suas estratégias apesar de trazerem uma sensação de alívio, comprometem suas relações, seu trabalho ou o seu bem estar, é necessário olhar para elas, entendê-las, mas principalmente saber que você pode fazer diferente. A psicoterapia é uma ferramenta útil nessa jornada!
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